Foto extraordinária da premiação da REFENO 2012.
Crédito da Cristina, esposa do Tony.
E uma da largada:
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Os problemas mais fáceis ficaram para os físicos e matemáticos.
Estávamos velejando rumo à Vitória ( para a cidade de Vitória, não para o lugar mais alto do podium!). A idéia era buscar sinal de celular para obter uma previsão de
tempo. Derrepente descobri por que o VHF não falava: A antena no tope do mastro
havia quebrado.
Faltavam umas 40 milhas para a entrada do porto. Estávamos 17 milhas
afastados da costa.
Minha vontade era a de não passar perto das boias do canal
de entrada, do movimento de navios e das ilhas em frente à cidade. Dependia da previsão
de tempo para decidir entrar ou não no porto, o que aconteceria por volta das 11 horas da noite.
Ligamos a antena reserva e logo estava me comunicando com
Vitória rádio! A previsão era perfeita, mas se tratando em passar pelo Cabo de
São Tomé ainda precisávamos de mais dados para a tranquilidade chegar.
Liguei então para casa através do Serviço
Móvel Marítimo da Embratel.
Pedi para minha esposa que ligasse para o celular do Comandante Lázaro
que ele lhe forneceria os dados que precisávamos.
O Comandante Lázaro estava acompanhando nossa navegação
através do SPOT.
45 minutos depois liguei novamente e as notícias eram ótimas. A previsão era de ventos amenos e favoráveis.
45 minutos depois liguei novamente e as notícias eram ótimas. A previsão era de ventos amenos e favoráveis.
No mesmo instante orcei o barco rumo à um ponto por fora do
cabo de São Tomé e relaxei! Como o novo rumo era paralelo à costa, acreditei que os celulares funcionariam lá pelas 11 da noite quando estaríamos em frente à cidade. Não foi o que ocorreu e não dei menor importância para isso, afinal, já tinha a previsão.
Grande vacilo!
E os outros capitão?
Não dei a oportunidade de ninguém falar no telefone com seus
parentes... Também não ofereci que falassem através do VHF. Egoísmo impensado!
No dia seguinte o clima a bordo ficou ruim. E eu, para
piorar as coisas, nem percebi...
Aproveito para agradecer formalmente ao Comandante Lázaro e
pedir desculpas aos meus tripulantes pelo descaso.
Roberto
terça-feira, 30 de outubro de 2012
do avelok.com.br
O Renato Avelar é um exagerado!
O seu 31 pés "Phantom of the Opera" está sempre chamando atenção na raia, não importa onde for: Noronha, Buzios, Ilhabela... E ele, mesmo assim, diz que é um varandista! Só pode estar de brincadeira!
Mas, exagero mesmo foi me colocar no nivel do Kan Chuh... Ele sim é casca grossa! Do lado dele sou casca fina!
Valeu Avelok!
Veja o que o renato publicou em:
http://www.avelok.com.br/2012/10/roberto-bailly-e-por-estas-e-outras-que.html
O seu 31 pés "Phantom of the Opera" está sempre chamando atenção na raia, não importa onde for: Noronha, Buzios, Ilhabela... E ele, mesmo assim, diz que é um varandista! Só pode estar de brincadeira!
Mas, exagero mesmo foi me colocar no nivel do Kan Chuh... Ele sim é casca grossa! Do lado dele sou casca fina!
Valeu Avelok!
Veja o que o renato publicou em:
http://www.avelok.com.br/2012/10/roberto-bailly-e-por-estas-e-outras-que.html
domingo, 28 de outubro de 2012
Em casa
Chegamos em casa.
Agora, com acesso à Internet restabelecido, vou gradualmente publicando os comentários sobre a REFENO e o retorno para Niterói com o Xekmat.
Roberto
Agora, com acesso à Internet restabelecido, vou gradualmente publicando os comentários sobre a REFENO e o retorno para Niterói com o Xekmat.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Vistoriado pela Marinha
Hoje tivemos um dia intenso de trabalho, mas o Xekmat foi vistoriado pela Marinha do Brasil e está com todo equipamento de segurança e navegação aprovado para a travessia para Fernando de Noronha.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Próxima etapa começa amanhã!
Depois de aguardar por um longo período, finalmente vamos voltar a velejar no Xekmat.
O barco
está guardado no Aratu Iate Clube em Salvador desde que retornamos de Maragojipe, no dia 26
de agosto.
A
programação agora é chegar com o barco em Recife a tempo de realizar a inspeção
da Marinha, obrigatória para participar da REFENO.
Desta vez
vou fazer dupla com o navegador Neno Sabino, companheiro de outras velejadas.
Neno abriu exceção e, pela primeira vez, vai entrar num barco pequeno depois de
ter atravessado o Atlântico num bólido de 100 pés construído em carbono.
Foi difícil conseguir: Tive que insistir bastante, cumprir uma série de exigências e, mesmo assim, ele só aceitou o desafio com base na grande amizade que temos um pelo outro.
Sabino é excelente cozinheiro e prometeu levar umas surpresas culinárias
para esta travessia que deve durar três dias.
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